Quando compramos as motos, dia 28/09/2009, estávamos com um problema: a minha moto não estava em Porto Alegre/RS, mas em São Paulo/SP. De Nova Santa Rita/RS à São Paulo/SP são 1.100 km, aproximadamente. Domingo, dia 04/10/2009, às 06:00 partimos. Preparamos um bom chimarrão e levamos os ingredientes para repetir a receita durante a viagem. Todo mundo sabe que o chimarrão ajuda a te manter atento, e numa viagem mais longa isso faz uma boa diferença. Levamos também um isopor com sanduíches, Cocas e águas com gás. Calculamos a chegada para algo em torno das 20:00 do mesmo dia. Planejamos poucas paradas. A duplicação da BR-101 vai de Osório/RS á Capão da Canoa/RS, a partir daí a estrada fica bem prejudicada. A mesma coisa se vê entre Torres/RS e Palhoça/SC. São 250km com muitas obras, desvios, buracos e falta de sinalização. Recomendo passar apenas de dia. Quando chegamos em Palhoça/SC encontramos o primeiro pedágio da BR-101, e junto com ele uma estrada renovada totalmente duplicada. À essa altura, os sanduíches estavam na barriga (há muito tempo). Nossa primeira parada foi em Camboriú/SC (540km de Nova Santa Rita). Paramos em um posto às margens da BR-101, abastecemos, compramos mais 2 Cocas, usamos o banheiro (chimarrão têm disso!) e partimos novamente. Entramos no Paraná (a BR-101 se alterna com BR-376) e fomos até São José dos Pinhais/PR, junto á Curitiba/PR. Aqui pegamos a BR-116 e passamos por Piraquara/PR e Quatro Barras/PR. Daqui até Cajati/SP tem pouca coisa na estrada além de uma bela serra cercada de mata nativa. Depois passamos por Jacupiranga/SP, Registro/SP, Juquiá/SP, Miracatu/SP, Juquitiba/SP, São Lourenço da Serra/SP, Itapecerica da Serra/SP e Embú/SP, a estrada passa a se chamar Régis Bitencourt na serra e nos últimos quilômetros dá uma piorada, ficando em pista simples e com muito movimento. Aqui cometemos um erro. Ao invés de pegarmos em direção à Taboão da Serra/SP, fomos pro lado de Osasco/SP e sem muito combustível. Chegamos em Osasco/SP na última gota da reserva. Abastecemos e pedimos orientação ao frentista. Fomos por dentro de Osasco até chegarmos à Cidade Universitária. Foi aí que nos achamos de novo. Atravessamos a Marginal Pinheiros e nos dirigimos ao nosso hotel, que por sinal é excelente para viajantes. Chama-se Lorena Flat ( www.lorenaflat.com.br ). Tem um bom quarto, estacionamento, um café na recepção e um restaurante considerável. Pra quem quiser gastar um pouco a mais em refeições, tem a Churrascaria Vento Haragano, que fica ao lado do hotel ( www.ventoharagano.com.br ). Jantamos lá, mas saímos sem cartão de crédito e apenas com um pouco de dinheiro (sabe como é São Paulo). Resumindo, tivemos que juntar os trocados para pagar a conta. No dia seguinte, fomos até a loja da Harley - Cerro Corá. Chegamos às 08:30, mas a loja abre às 09:00. Fizemos os trâmites de retirada da moto e a colocamos no reboque. Tudo certo, nota fiscal, moto bem amarrada, hora de partir. Saímos às 10:00. Na volta tudo foi mais fácil. Andamos 100km e paramos para abastecer. Enchi o tanque da moto também, e aproveitei para dar uma ligadinha nela, em cima do reboque mesmo. Afinal, eu ainda não tinha ligado ela. Fizemos um chimarrão e partimos para a nossa casa, havia muito chão pela frente. Tocamos direto até São José/SC onde paramos para abastecer novamente. Foi quando começou à anoitecer e chover. O trecho até Torres/RS foi crítico, pois estava escuro e chovendo. Mas desta vez, chegando em Torres/RS, optamos por voltar pela estrada do Mar. Paramos no primeiro posto e fizemos outro chimarrão. Isso já passava das 22:00. Viemos até em casa e chegamos às 00:30. Cansados, mas com a satisfação de já estar com a moto.
sábado, 24 de outubro de 2009
Nossa primeira aventura...
Quando compramos as motos, dia 28/09/2009, estávamos com um problema: a minha moto não estava em Porto Alegre/RS, mas em São Paulo/SP. De Nova Santa Rita/RS à São Paulo/SP são 1.100 km, aproximadamente. Domingo, dia 04/10/2009, às 06:00 partimos. Preparamos um bom chimarrão e levamos os ingredientes para repetir a receita durante a viagem. Todo mundo sabe que o chimarrão ajuda a te manter atento, e numa viagem mais longa isso faz uma boa diferença. Levamos também um isopor com sanduíches, Cocas e águas com gás. Calculamos a chegada para algo em torno das 20:00 do mesmo dia. Planejamos poucas paradas. A duplicação da BR-101 vai de Osório/RS á Capão da Canoa/RS, a partir daí a estrada fica bem prejudicada. A mesma coisa se vê entre Torres/RS e Palhoça/SC. São 250km com muitas obras, desvios, buracos e falta de sinalização. Recomendo passar apenas de dia. Quando chegamos em Palhoça/SC encontramos o primeiro pedágio da BR-101, e junto com ele uma estrada renovada totalmente duplicada. À essa altura, os sanduíches estavam na barriga (há muito tempo). Nossa primeira parada foi em Camboriú/SC (540km de Nova Santa Rita). Paramos em um posto às margens da BR-101, abastecemos, compramos mais 2 Cocas, usamos o banheiro (chimarrão têm disso!) e partimos novamente. Entramos no Paraná (a BR-101 se alterna com BR-376) e fomos até São José dos Pinhais/PR, junto á Curitiba/PR. Aqui pegamos a BR-116 e passamos por Piraquara/PR e Quatro Barras/PR. Daqui até Cajati/SP tem pouca coisa na estrada além de uma bela serra cercada de mata nativa. Depois passamos por Jacupiranga/SP, Registro/SP, Juquiá/SP, Miracatu/SP, Juquitiba/SP, São Lourenço da Serra/SP, Itapecerica da Serra/SP e Embú/SP, a estrada passa a se chamar Régis Bitencourt na serra e nos últimos quilômetros dá uma piorada, ficando em pista simples e com muito movimento. Aqui cometemos um erro. Ao invés de pegarmos em direção à Taboão da Serra/SP, fomos pro lado de Osasco/SP e sem muito combustível. Chegamos em Osasco/SP na última gota da reserva. Abastecemos e pedimos orientação ao frentista. Fomos por dentro de Osasco até chegarmos à Cidade Universitária. Foi aí que nos achamos de novo. Atravessamos a Marginal Pinheiros e nos dirigimos ao nosso hotel, que por sinal é excelente para viajantes. Chama-se Lorena Flat ( www.lorenaflat.com.br ). Tem um bom quarto, estacionamento, um café na recepção e um restaurante considerável. Pra quem quiser gastar um pouco a mais em refeições, tem a Churrascaria Vento Haragano, que fica ao lado do hotel ( www.ventoharagano.com.br ). Jantamos lá, mas saímos sem cartão de crédito e apenas com um pouco de dinheiro (sabe como é São Paulo). Resumindo, tivemos que juntar os trocados para pagar a conta. No dia seguinte, fomos até a loja da Harley - Cerro Corá. Chegamos às 08:30, mas a loja abre às 09:00. Fizemos os trâmites de retirada da moto e a colocamos no reboque. Tudo certo, nota fiscal, moto bem amarrada, hora de partir. Saímos às 10:00. Na volta tudo foi mais fácil. Andamos 100km e paramos para abastecer. Enchi o tanque da moto também, e aproveitei para dar uma ligadinha nela, em cima do reboque mesmo. Afinal, eu ainda não tinha ligado ela. Fizemos um chimarrão e partimos para a nossa casa, havia muito chão pela frente. Tocamos direto até São José/SC onde paramos para abastecer novamente. Foi quando começou à anoitecer e chover. O trecho até Torres/RS foi crítico, pois estava escuro e chovendo. Mas desta vez, chegando em Torres/RS, optamos por voltar pela estrada do Mar. Paramos no primeiro posto e fizemos outro chimarrão. Isso já passava das 22:00. Viemos até em casa e chegamos às 00:30. Cansados, mas com a satisfação de já estar com a moto.
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